Muitas igrejas carecem da presença de Jesus, sendo a maioria delas propensas a distorcer a Bíblia.

PONTO A PONTO – Não tem Jesus nas igrejas

Matheus Ribeiro entrevista Caio Fábio, escritor manauara e a principal voz do cristianismo não denominacional no Brasil.

 

Muitas igrejas carecem da presença de Jesus, sendo a maioria delas propensas a distorcer a Bíblia. Os pregadores manipulam e deturpam a Bíblia para seus próprios propósitos, transformando-a em uma ferramenta de manipulação. O orador critica o uso inadequado da Bíblia, retratando-a como um meio de troca e negócios religiosos. O foco no Antigo Testamento, especialmente nas práticas de sacrifícios, é destacado como um desvio dos ensinamentos de Jesus no Novo Testamento. O orador lamenta que Jesus muitas vezes está apenas simbolicamente presente nessas igrejas, enfatizando a predominância dos princípios do Antigo Testamento e a exigência de contribuições financeiras, como o dízimo, para que as orações sejam ouvidas.

Fanatismo religioso é considerado desumano, e a presença desse fenômeno dificulta a convivência pacífica entre diferentes grupos na Terra.

PONTO A PONTO – O fanatismo religioso é desumano

“Onde há fanatismo religioso não tem a menor chance de convívio humano” – Caio Fábio

 

 

Caio Fábio introduz um discurso que aborda a natureza desumana do fanatismo religioso. O foco principal recai sobre o conflito na região de Israel, onde judeus e muçulmanos disputam a terra com base em suas interpretações religiosas, fundamentadas nas figuras de Abraão e seus descendentes.

Caio também destaca que, ao contrário do que se possa pensar, árabes e palestinos nunca foram expulsos da terra e coexistiram pacificamente com os judeus por milênios, até o ano de 1948. Nesse ponto, o discurso aponta para a emergência do conflito, atribuindo-o aos sionistas judeus. Esses indivíduos sustentavam a crença de que habitar Sião era crucial para cumprir suas expectativas messiânicas.

Além disso, Caio Fábio critica o culto ao Estado de Israel dentro das igrejas evangélicas ocidentais. Essa atitude é associada à influência de judeus ricos nos Estados Unidos, cujo poder econômico é destacado, levando à conclusão de que, em última análise, as ações nesse cenário são moldadas pela questão de quem detém mais poder, cultura e soberania científica.

Em suma, Caio aponta que o fanatismo religioso é um obstáculo fundamental para a busca de paz, especialmente em territórios marcados por divergências religiosas intensas.

Caio Fábio critica a igreja evangélica americana, descrevendo-a como doente, fanática e exportadora de seu extremismo para o Brasil.

PONTO A PONTO – A igreja evangélica é doente

Caio Fábio critica a igreja evangélica americana, descrevendo-a como doente, fanática e exportadora de seu extremismo para o Brasil.

 

 

Os problemas sociais observados são atribuídos a uma perspectiva estreita sobre a resolução de conflitos dentro da comunidade evangélica. Apesar dos conflitos no Oriente Médio, a maioria das igrejas evangélicas no Brasil apoia Israel inquestionavelmente, influenciadas por figuras como Valnice Milhomens. As origens dessa perspectiva são rastreadas até o movimento evangélico nos Estados Unidos, caracterizado como mentalmente desequilibrado e fanático. Caio Fábio expressa pessimismo sobre a melhoria da situação, afirmando que a religião cristã ocidental carece de esperança para uma mudança positiva e tende a promover ideologias divisivas.

Alguns pastores conhecidos isolam e maltratam seus filhos ou netos gays.

PONTO A PONTO – Esses pastores são maus

Como alguns pastores conhecidos isolam e maltratam seus filhos ou netos gays, evidenciando uma atitude prejudicial em relação à diversidade sexual dentro de suas próprias famílias.

 

 

Caio Fábio aponta a responsabilidade daqueles que ocupam posições de maior consciência e reflexão em incorporar princípios como amor, justiça, bondade, verdade, fidelidade, paciência, gentileza e autocontrole em suas vidas cotidianas.

O debate abrange questões de intolerância, responsabilidade espiritual e a necessidade de uma abordagem mais compassiva por parte dos líderes religiosos em relação à diversidade e aos membros LGBTQ+.